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Regiões da página

Organizam cabeçalho, conteúdo principal, navegações, conteúdo complementar e rodapé para orientar a leitura e o acesso à página.

Para ver exemplos funcionais e padrões de design deste componente, consulte a aba de referências (abre as referências na mesma página).

GUIA DO COMPONENTE

Explore os comportamentos antes de definir a interface.

Guia rápido para designers

Quando usar

Use para definir a estrutura de uma página e distinguir conteúdo principal de navegação e informações complementares.

O que desenhar

Mostre as regiões, sua ordem, nomes quando necessários, os controles internos e o link para pular ao conteúdo.

Como se comporta

Regiões orientam a leitura e a navegação estrutural. A interação acontece nos controles; uma região não recebe foco apenas por existir.

O que documentar no Figma

Defina a finalidade e os limites de cada região, nomes de navegações repetidas, destino do link de salto e a ordem em telas pequenas.

Como revisar

No desenho, confira ordem, agrupamentos e acesso ao conteúdo. Na implementação, verifique regiões reconhecidas, leitura, link de salto e controles por teclado e leitor de telas.

Cabeçalho da página

Conteúdo principal

Navegações e regiões repetidas

Conteúdo complementar e outras regiões

Rodapé e adaptação do layout

Métodos de Interação

Mouse e toque

Ler e percorrer a página permite reconhecer os agrupamentos. Clicar ou tocar em links e botões executa as ações desses controles; o fundo de uma região estrutural não executa uma ação.

Teclado

Tab e Shift + Tab percorrem os links, botões e campos na ordem da página; não percorrem cada região estática como uma parada de foco.

Ao chegar ao link Pular para o conteúdo, Enter leva o foco ao destino principal. O próximo Tab permite continuar pelos controles a partir desse ponto, sem retornar ao cabeçalho repetido.

Navegar por controles internos mantém os comandos próprios de cada componente. Não existe um atalho universal de teclado do navegador para saltar entre todas as regiões.

Leitor de telas no computador

Usar a lista de regiões ou os comandos de navegação estrutural do leitor de telas permite localizar conteúdo principal, navegações e outras regiões disponíveis pelo tipo e nome. Os comandos dependem do leitor e de seu modo de navegação.

Escolher uma região nessa lista leva a leitura ao agrupamento correspondente. Em seguida, os comandos de leitura ou de controles permitem percorrer seu conteúdo; não é necessário focar o contêiner com Tab.

Leitor de telas no celular

No VoiceOver, selecionar regiões no rotor, quando a opção estiver disponível, permite navegar entre elas. No TalkBack, os controles de leitura e comandos estruturais dependem da versão e configuração; use o recurso de regiões quando disponível.

No modo padrão de exploração de controles, deslizar o dedo percorre o conteúdo e tocar duas vezes ativa o link ou botão focado. Ativar Pular para o conteúdo leva ao destino principal; percorrer uma região não a transforma em botão.

Gherkin

Metodologia BDD (Behavior-Driven Development ou Desenvolvimento Orientado ao Comportamento) com foco em 3 pilares: Histórias de Usuário, Critérios de Aceite e Sintaxes Gherkin (Dado (Given), Quando (When), Então (Then)).

Cenário: Considerando que estou em uma página organizada em regiões

Navegação por teclado

Leitor de telas para desktop

Leitor de telas para dispositivos móveis

Regiões repetidas

Pontos de atenção

Prefira elementos HTML correspondentes à finalidade: header, main, nav, aside e footer. Um agrupamento genérico só precisa ser uma região adicional quando isso ajuda a localizar conteúdo relevante.

O cabeçalho e o rodapé globais têm contexto diferente de header e footer internos a artigo ou seção. Nem todo cabeçalho ou rodapé interno é um marco global da página.

Mantenha um conteúdo principal ativo por documento. Documentos incorporados podem ter sua própria estrutura. Não crie vários marcos principais apenas para separar colunas visuais.

Navegações diferentes precisam de nomes que as distingam. Navegações com os mesmos links e finalidade podem compartilhar o nome. Evite repetir o tipo no rótulo, como Navegação principal navegação.

Uma section com nome acessível pode ser exposta como região. Use aria-labelledby para aproveitar um título visível quando apropriado; não nomeie cada bloco apenas para aumentar a quantidade de regiões.

O link de salto precisa de um destino existente e gerenciamento de foco verificado no navegador. Quando necessário, tabindex="-1" permite foco programático no destino sem adicioná-lo à sequência de Tab.

Regiões e cabeçalhos oferecem formas complementares de navegação. A ordem de leitura não deve contradizer a ordem visual, e conteúdo recolhido não deve deixar controles ocultos no percurso do foco.

Referências

Referências adicionais sobre componentes do tipo Regiões da página.

Importante:
A maior parte das referências estão na plataforma do curso junto com as aulas citadas neste material.

Isenção de responsabilidade:
Os links indicados aqui não são recomendações, mas apenas uma curadoria de referências onde você pode encontrar componentes construídos. É importante ressaltar que não há uma unificação nos formatos de construção e não há garantias de que os links mencionados aqui cumpram todos os padrões de design. Dúvidas devem ser direcionadas para as respectivas equipes envolvidas nas construções dos materiais indicados. Antes de "copiar" algum modelo apresentado, leve em consideração que todos os materiais são atualizados constantemente e que os padrões (principalmente proprietários) podem sofrer alterações.

W3C WAI — Page Regions (link externo, abre em uma nova aba)

W3C APG — Landmark Regions (link externo, abre em uma nova aba)

W3C — Technique G1: Skip to main content (link externo, abre em uma nova aba)

Títulos (Cabeçalhos)

Menu

Conteúdo autoral de Marcelo Sales, originalmente utilizado nas aulas do curso AccessBoost (link externo - abre em uma nova janela). As interações representam o formato padrão da indústria, mas em casos específicos podem ser customizadas (desde que haja instruções suficientes para que as pessoas compreendam a mudança de comportamento).